Casos documentados apontam para participação de diferentes atores: intermediários informais, profissionais de saúde, funcionários de cartórios e, em alguns casos, agentes públicos.
Isso não significa que todas essas instituições atuavam de forma sistemática ou institucionalizada, mas indica que, em determinados contextos, houve falhas, conivência, omissões ou participação direta em irregularidades.
O Conselho Nacional de Justiça tem alertado para os riscos da chamada adoção ilegal e para a importância de seguir os procedimentos legais para proteção da criança.