Procure incoerências de datas, ausência de informações sobre local de nascimento, divergência de nomes, assinaturas difíceis de rastrear, falta de matrícula padronizada em registros mais recentes e diferenças entre a certidão resumida e a certidão em inteiro teor. O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) padronizou modelos de certidão e a matrícula nacional ajuda a identificar o assento registral.
Também vale conferir se existem documentos complementares: prontuários, fichas hospitalares, registros de batismo, documentos escolares antigos e qualquer papel emitido próximo à data do nascimento. Em casos antigos, esses vestígios podem ser mais reveladores do que o documento principal.