Investigações jornalísticas no Brasil têm apontado a existência de redes estruturadas de intermediação ilegal de adoções, especialmente entre as décadas de 1960 e 1990, com pico entre 1985 e 1988. Esses esquemas frequentemente envolviam falsificação de documentos e pagamento por intermediação.
Reportagens também mostram padrões recorrentes: registros de nascimento feitos diretamente em nome de famílias adotivas, ausência de documentação hospitalar e atuação de intermediários informais.
Essas revelações têm servido como base para novas denúncias e para o reconhecimento de que o fenômeno foi mais amplo do que se imaginava.