Há indícios de que sim. Casos documentados surgem em diferentes estados, com maior concentração em regiões onde havia menor fiscalização institucional em determinados períodos.
Investigações apontam que não se tratava de um fenômeno isolado, mas de práticas que se repetiam com variações locais — o que sugere a existência de padrões.
Ainda assim, a ausência de um levantamento nacional sistemático dificulta dimensionar com precisão a extensão do problema.