Histórias familiares inconsistentes são comuns?

Sim. Em muitos relatos, a primeira pista não surge no papel, mas na memória: versões diferentes sobre o parto, silêncio persistente, datas que não fecham ou explicações vagas sobre a chegada da criança à família. Isso é recorrente em casos de adoção irregular e de falsidade registral.

Inconsistência, porém, não é sinônimo de prova. Ela funciona como alerta. O mais seguro é transformar lembranças em linha do tempo: nomes, cidades, hospitais, datas aproximadas e qualquer detalhe repetido por diferentes pessoas. Esse tipo de organização ajuda a separar impressão de indício verificável.