Sim, embora de forma dispersa. Casos de tráfico de bebês vêm sendo investigados por Ministérios Públicos estaduais e pelo Ministério Público Federal, geralmente a partir de denúncias individuais.
Além disso, reportagens investigativas têm revelado novos indícios e padrões, pressionando instituições a reabrir ou aprofundar apurações. O jornalismo tem desempenhado papel relevante na identificação de redes e na exposição pública de casos.
No entanto, não há, até o momento, uma investigação nacional unificada sobre o tema. Isso faz com que muitos casos permaneçam fragmentados e dependentes da iniciativa das próprias vítimas.