Sim, embora ainda sejam poucos e, muitas vezes, informais. Existem grupos organizados por vítimas, especialmente em redes sociais, onde pessoas compartilham experiências e informações.
Esses espaços podem oferecer acolhimento e troca de informações práticas, mas é importante avaliar a confiabilidade das orientações recebidas.
Instituições como o Conselho Federal de Psicologia também disponibilizam informações sobre apoio psicológico e redes de atendimento.