Sim, e esse número tem crescido à medida que mais pessoas relatam suas histórias. Muitos casos compartilham elementos comuns: documentos inconsistentes, ausência de registros hospitalares e relatos contraditórios.
Projetos jornalísticos e iniciativas independentes vêm reunindo esses relatos, permitindo identificar padrões e conexões entre histórias aparentemente isoladas.
Reconhecer que há outros casos semelhantes pode ser um primeiro passo importante — tanto para a investigação quanto para o enfrentamento emocional da situação.