Relatos e investigações apontam maior incidência entre o fim dos anos 1970 e começo dos anos 1990, período marcado por menor controle institucional sobre registros civis e processos de adoção. Houve um pico de casos registrados e noticiados entre 1985 e 1988.
Antes da consolidação do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), em 1990, o sistema jurídico brasileiro tinha lacunas que facilitavam práticas irregulares.
Mesmo após o ECA, casos isolados continuaram a surgir, embora com menor frequência e maior possibilidade de identificação.