O dado mais importante costuma ser o total de DNA compartilhado, medido em centimorgans (cM). Em regra, quanto maior o total de cM e quanto maior o segmento compartilhado, mais próximo tende a ser o parentesco — embora sempre haja faixas sobrepostas e necessidade de confirmação.
Na prática, você deve olhar quatro coisas:
- quantidade de cM,
- tamanho do maior segmento,
- matches compartilhados e
- presença de árvore genealógica.
Um match forte sem contexto documental ainda é pista; um match forte combinado com árvores, sobrenomes, localidade e outros parentes em comum vira caminho concreto de investigação.