Os esquemas variavam, mas frequentemente envolviam a retirada de crianças de suas famílias de origem — com ou sem consentimento — e sua inserção em outras famílias por meios informais ou ilegais.
Em muitos casos, o registro civil era feito diretamente em nome da família adotiva, apagando a identidade biológica da criança. Essa prática configura crime de falsidade ideológica, previsto na legislação brasileira.
Relatos e investigações indicam também a atuação de intermediários que conectavam mães vulneráveis a famílias interessadas, muitas vezes com pagamento envolvido.